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terça-feira, março 22, 2011

Redley e Sprite fazem parceria e criam tênis iate exclusivos


Estampas vêm em duas opções de cores. Os pares custam R$ 145 e R$ 175

Foto: Divulgação

Tênis iate Básico Redley e Sprite, R$ 145

A partir de uma lona gigante, formada por mais de 250 mil imagens enviadas por consumidores para um concurso que escolheu quatro novas latas de Sprite, foram criadas estampas dos tradicionais tênis iate da Redley. Todas as artes inscritas foram unidas e impressas em uma tela. Assim, nenhum dos pares à venda nas lojas da Redley é igual a outro. As estampas são distintas e aparecem em duas opções de cores – verde e branco. Há dois modelos disponíveis: Básico e Premium. O Básico custa R$ 145 e é feito de lona estampada com forro de sarja, enquanto o Premium tem a frente de lona estampada e forro de couro e sai por R$ 175.
Foto: Divulgação

Tênis iate Premium Redley e Sprite, R$ 175

Fonte: IG MODA

sexta-feira, janeiro 14, 2011

Fashion Rio Inverno 2011 - Redley







Fotos: Alvinho Duarte/Fotoarena

Redley - Fashion Rio Inverno 2011

quarta-feira, janeiro 12, 2011

Marcas cariocas criam o novo básico masculino

Richards, Redley, Reserva, British Colony e Osklen são responsáveis pela repaginação do guarda-roupa masculino

O Rio de Janeiro nas décadas de 70 e 80 foi um grande centro lançador de moda e contava com um grupo de estilistas e marcas cariocas responsáveis por difundir um estilo tropical, casual e elegante. No final dos anos 90, novas marcas surgiram, o calendário de lançamentos de coleção foi organizado e a moda masculina ganhou espaço neste cenário. Osklen, British Colony e Reserva, herdeiras diretas da Richards, mostram que é possível se vestir bem mesmo com um calor de 40 graus.

“O carioca evoluiu em muitos aspectos nos últimos dez anos, realizando mais intercâmbios com paulistas e gringos, abrindo restaurantes melhores, investindo em mais infraestrutura, a realização da próxima Copa e das Olimpíadas, e com todos estes fatores, o carioca melhorou seu nível de vestir. Quando um evento pedia traje passeio ou era um casamento de dia, por exemplo, ele nem sabia o que usar. Agora, blazer claro não é mais tabu”, reflete Maxime Perelmuter, criador da British Colony, sobre o novo estilo carioca.

Conheça mais sobre as marcas cariocas e seus estilistas, os quais fizeram do seu estilo de vida uma extensão para suas criações. Em comum, além de serem cariocas da gema, a criação de um novo básico, indo além do feijão-com-arroz monótono do guarda roupa masculino.

Richards: a pioneira do estilo “easy” no Brasil
“Nossa roupa é ampla, confortável, evoca a vida ao ar livre, o mundo de aventuras refinado e tropical. O estilo é casual, mas coerente com a filosofia da marca em sua refinada proposta”, foi a síntese feita por Ricardo Ferreira, fundador da Richards, durante o seminário realizado pela Folha de S.Paulo, "Construindo Marcas de Sucesso na Moda", no ano passado,

Ferreira, que nunca usou uma gravata na vida, foi mergulhador, pescador e surfista, começou aos 16 anos a fazer cintos artesanais para vender nas lojas bacanas de Ipanema. Dois anos depois, produziu com sucesso camisetas com estampa silkscreen. Em 1974, abriu sua primeira Richards com jeans desbotados que revolucionaram o mercado com o estilo desestruturado.

Em 2010, a empresa foi comprada pelo grupo Inbrands (que detém, entre outras, as empresas Luminosidade, Ellus, Isabela Capeto e Alexandre Herchcovitch) e pretendia faturar 250 milhões de reais no ano passado.

As peças clássicas que representam o estilo Richards são as calças chino, camisas de manga longa em cores claras e estampas suaves, as bermudas largas e confortáveis, assim como as peças em linho.
Osklen: o luxo do lifestyle carioca
Oskar Metsavaht é o responsável pela Osklen que misturava roupas esporte, alfaiataria desconstruída, tecidos naturais e tecnológicos, silhueta confortável

Da loja que vendia roupas para neve em Búzios em 1989 para as atuais 55 lojas espalhadas pelo Brasil, o trajeto de sucesso percorrido pela Osklen parece que foi muito rápido. Em 1991, Oskar Metsavaht abriu sua segunda loja no Rio de Janeiro. Em 1992, fez seu primeiro desfile no Copacabana Palace, misturando socialites, surfistas, artistas e esportistas. Neste desfile já ficava claro a identidade da marca que misturava roupas esporte, alfaiataria desconstruída, tecidos naturais e tecnológicos, silhueta confortável.

Metsavaht conseguiu a façanha de suas peças serem reconhecidas a partir dos três ilhoses sempre localizados estrategicamente, muito mais eficientes que a própria logomarca em forma de coroa. Fez também que os homens adotassem sem medo a calça dhoti (com gancho mais baixo) e usar tênis do tipo flat no lugar de sapatênis.

Em suas coleções, o Rio de Janeiro é uma presença constante como inspiração, especialmente o bairro de Ipanema, que deu nome para a coleção de verão de 2007, United Kingdom of Ipanema (Reino Unido de Ipanema).

Em seus desfiles, sempre com sucesso de crítica, inclusive internacional, a Osklen mostra que o homem pode ser elegante sem precisar usar terno e gravata. Mesmo com uma pegada minimalista, sempre tem lugar para a inovação tanto na silhueta, quanto nos tecidos (com lugar especial para matérias primas orgânicas e ecologicamente corretas, como o couro de escama de peixe). As sobreposições também merecem um destaque especial.

Nas lojas da marca, é possível encontrar peças mais acessíveis em termos de moda. Um básico de cores claras, mas sempre com a aura cool. Osklen é uma marca que provoca desejo de compra, mesmo em quem não acompanha as temporadas de moda. E não é isso que todas as marcas querem?

British Colony: a fina reinvenção do básico

Looks da coleção de Verão 2011 da British Colony, de Maxime Perelmuter

Reza a lenda que filho de peixe, peixinho é. Maxime Perelmuter é filho do lendário estilista carioca Georges Henry, que contribui para tornar as mulheres muito mais elegantes na década de 1980. Perelmuter herdou do pai o gosto pelo acabamento impecável e a alfaiataria.

Desde que surgiu em 2000, com a marca British Colony, quando venceu o concurso de novos talentos da Semana de Moda do Barra Shopping, Maxime Perelmuter foi um sucesso de crítica.  Um ano depois estava na programação oficial do mesmo evento, agora como estilista. Mas foi com a repercussão do desfile Primavera-Verão do Fashion Rio em 2002 que a British Colony começou a ficar conhecida nacionalmente.

Assim, em janeiro de 2003 a marca estreou no São Paulo Fashion Week causando impacto. A coleção de inverno apresentada foi a sensação da temporada. Após seu desfile de 2006 ficou quatro anos sem desfilar para reestruturação da marca e fez volta triunfal ano passado no Fashion Rio.

“Vivemos numa época de clichês: o melhor feijão-com-arroz, o melhor hambúrguer. O homem hoje não quer doses absurdas de inovações. É um período de afirmação da sua personalidade e suas escolhas. Ele trafega tanto pelo prato do boteco da esquina, quanto de um restaurante do Alex Atala. A roupa é uma extensão da sua personalidade e da sua expressão. Com o básico ele pode fazer suas próprias combinações ou dobrar um bainha de modo diferente dos outros”, explica Perelmuter sobre o significado de Novos Clássicos, presente como subtítulo da sua marca.

Para o Inverno 2011, a British Colony foi buscar inspiração na vida aquática. “Procurei manter aquilo que a marca conquistou nestes últimos anos e sair da minha zona de conforto com cores que não estou acostumado a trabalhar como o amarelo e vermelho. Trabalho também com diferentes texturas com tricôs que mesclam tranças e efeito canelado. A silhueta varia entre as soltas e as secas, mais rente ao corpo, mas conservando o aspecto de conforto”, adianta Perelmuter.

Redley: em busca da renovação constante

Sandy Dalal, novo estilista da Redley, editou e direcionou a coleção, ou seja, vai funcionar como um preview do trabalho que ele vai desenvolver na marca

A marca completou 25 anos em 2010 com a vontade de se reinventar sempre. Quando surgiu na década de 80 conseguiu emplacar um clássico que virou febre: o tênis iate.

Em 2007 deu uma grande virada ao contratar Jüergen Oeltjenbruns, estilista alemão radicado em Nova York. Ele conseguiu aliar a história da marca e atualizá-la com as tendências internacionais masculinas que misturam as qualidades das roupas esportivas, especialmente o surf e o ciclismo (com o uso crescente do neoprene e do nylon) com uma pegada mais urbana, introduzindo elementos de alfaiataria, além de uma construção sofisticada da roupa feita por patchworks de tecidos.

Em 2010, Sandy Dalal, outro estilista internacional é chamado para continuar este caminho de sucesso apresentado pela marca. Ele é descendente de indianos, nasceu e cresceu em Nova York. Passou sua adolescência sempre próximo à indústria têxtil, da qual sua mãe fazia parte e desenvolveu um interesse pela moda que o levou a fundar Sandy Dalal Ltd em 1996 e a desfilar pela primeira vez em Nova York em 1997, antes de se formar em comércio internacional e finanças na Universidade de Pensilvânia.

Sua característica mais forte é dar um toque moderno às formas clássicas de alfaiataria através da utilização de cores e tecidos. Sandy recebeu prêmios por seu trabalho, incluindo o prestigioso “Perry Ellis Award” de moda masculina do Council of Fashion Designers of America (CFDA) em 1998. Isso aconteceu quando ele tinha apenas 21 anos – ele continua sendo o estilista mais jovem a já ter ganhando o prêmio.

As coleções da marca Sandy Dalal já foram vistas em muitos do universo da música e do entretenimento, incluindo Beck, Aerosmith, Chris Rock, Wyclef Jean, The Foo Fighters, Maxwell, John Cusack e Alan Cumming. Em setembro de 2000, a revista Details nomeou Sandy um dos “100 homens mais dinâmicos” de Nova York.

Para o Inverno 2011, o tema da Redley é Evolução. Dalal editou e direcionou a coleção, ou seja, vai funcionar como um preview do trabalho que ele vai desenvolver na marca. Quem assina é a equipe de estilo da Redley, que conta entre outros, com as estilistas Emilene Galende e Julia Valle.

Reserva: moda feita para gente de bom humor

A Reserva é a caçula entra as marcas cariocas mais descoladas e foi criada em 2003 por Diogo Mariani (à direita), Rony Meisler (centro) e Fernando Sigal (à esquerda)

Criada em 2003 por Rony Meisler, a marca carioca Reserva é uma das responsáveis por um jeito descolado e bem humorado de vestir do homem urbano.

“O  homem carioca está acostumado a usar pouca roupa. Na busca da liberdade ele acaba investindo em um estilo mais despretensioso. É exatamente isso que a Reserva faz, roupas despojadas para serem usadas em qualquer ocasião”, resume Rony Meisler sobre o estilo da marca.

Um dos motivos do sucesso da Reserva é manter acesa a chama do imaginário que os estrangeiros e outros brasileiros têm do Rio: um ar relaxado, e ao mesmo tempocool, o jeito de andar que se reflete nos cortes e caimentos das suas roupas.

“Acredito que o mercado masculino só não se expande mais pelo fato de que as marcas estão mais preocupadas com a concorrência e em estereotipar o cliente, do que em criar roupas para pessoas normais que buscam na moda mais uma representação do seu estilo de vida. Nesse sentido criamos moda para todo tipo de consumidor. Somos contracultura, despretensiosos, bem humorados e profundamente felizes. Isso se reflete nas roupas. A Reserva, bem como nossos amigos (ou clientes), é um estado de espírito, não um personagem”, reflete Meisler sobre o sucesso da marca.

Para o inverno 2011 a Reserva brinca com o fato de que a moda é cíclica. “Levantamos o velho questionamento de que o que hoje é moda já foi bacana há muito tempo atrás. O clássico é um novo velho”, se diverte Rony Meisler com um dos clichês dos textos de moda. O desfile da Reserva acontece dentro da programação do SPFW.

POR RICARDO OLIVEROS


quinta-feira, outubro 28, 2010

Comprimentos longos são tendência para o verão 2011

Veja como celebridades já incorporaram a novidade em seus looks, além de dicas de peças disponíveis nas lojas nacionais

O balanço das semanas de moda nacionais e internacionais mostrou que o comprimento de saias e vestidos está maior nesta temporada. A tendência agora é que essas peças cheguem até a metade da canela ou até mesmo ao chão.

Foto: Getty Images

A atriz e fashionista Blake Lively usou um vestido Chanel brilhante em uma festa em Nova York. O comprimento vai um pouco além dos joelhos

Foto: Getty Images

A atriz Eva Mendes apostou em um modelo com ares de resort com o mesmo comprimento e completou o look com um cinto e clutch brancos

Foto: Getty Images

O vetsido de Alexa Chung é mais longo, mas não chega até o chão. O tamanho funciona para a silhueta longelíniea de Chung, mas não é indicado para quem tem pernas curtas

Foto: Getty Images

O vestido Calvin Klein de Leighton Meester é um longo floral clássico. Para não arrastar a barra no chão, a atriz apostou em um meia-pata poderosa

Foto: Getty Images

A stylist Rachel Zoe é responsável pela volta do estilo boho em Hollywood, como esse vestido longo evasê, de mangas largas e espírito setentista

Foto: Getty Images

Outra adepta do look boho é Nicole Richie. Aqui ela usa um vestido longo estilo quimono, com estampas largas e cintura marcada

Foto: Getty Images

A atriz Kate Husdon foi fotografada em NY usando um vestido longo com diferentes estampas. A rasteirinha no pé deixou o look descontraído, uma ótima opção para o verão

Foto: Getty Images

A atriz Carey Mulligan foi a um tapete vermelho usando um longo com pregas e estampas geométricas. Com uma sandália baixa, o modelo poderia ser usado num dia de sol

Foto: Reprodução

Drew Barrymore fez uma ótima combinação de saia longa branca com uma camisa jeans. A atriz arrematou o look de pegada country com um cinto largo de couro

Foto: Divulgação

A grife de fast fashion 284 tem um modelo de saia como o Drew em sua nova coleção, que sai por R$199

Foto: Divulgação

Nas lojas da grife carioca Cantão é possível comprar por R$289 um vestido longo de malha com decote nadador, perfeito para o verão brasileiro

Foto: Divulgação

O vestido estilo quimono estampado da grife Malagueta custa R$ 169, uma opção charmosa e acessível para a estação mais quente do ano

Foto: Divulgação

As lojas de departamentos também possuem boas opções. Na Renner é possível encontrar um vestido longo florido com manguinhas por um ótimo preço, R$ 129

Foto: Divulgação

A Pernambucanas também lançou um vestido longo em sua coleção de verão 2011. O modelo com estampa floral sai R$ 79,99


Foto: Divulgação

A coleção de Oskar Metsavaht para a Riachuelo traz um modelo prateado chiquérrimo, com cara de festa, disponível também na cor verde

Foto: Divulgação

O vestido da carioca Redley também é ideal para o verão, com tecido e cores leves. O modelo pode ser usado com todos os botões fechados ou aberto na altura do joelho

Foto: Divulgação

Uma boa e simples dica de styling para os vestidos longos é marcar a cintura com um cinto fino, como nesse modelo de alcinha da Farm

Por Mirella Whiteman

quarta-feira, agosto 18, 2010

Homem pode usar rosa?

De cima para baixo: Paulinho Vilhena e Reynaldo Gianecchini optam por camisetas; calças da Redley, desfilada no Fashion Rio, e de Jil Sander, na semana de moda de Milão; blazers Dsquared2, na semana de moda de Milão, e Ellus, no SPFW.


Usar rosa ainda é tabu para alguns homens, mas a cor cai superbem e é uma das apostas para o verão 2011. Longe de levantar uma questão à masculinidade do sujeito, a cor imprime personalidade e tem entrado no guarda-roupa dos homens em pequenas doses. “Por séculos, eles se vestiram de forma mais elaborada do que as mulheres”, disseBronwyn Cosgrave, autor do livro Costume & Fashion: A Complete History, à BBC.

Entre teorias e estudos, o homem de rosa passa uma imagem mais acolhedora e carismática. Na moda, a cor é muito versátil: camisas rosa claro, por exemplo, combinam com qualquer tom de terno e podem ser usadas com gravatas de todas as cores.  Se for usada na parte de cima do corpo, ilumina o rosto e deixa a pele com aparência mais corada, com aspecto saudável.

Mas não existe regra: os homens podem sim e devem investir no rosa – desde o mais claro até o pink – sem medo e sem preconceito. Pra quem topa o desafio e quer começar a usar, aí vão algumas dicas:

por Jzambom