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segunda-feira, junho 29, 2015
sexta-feira, junho 19, 2015
segunda-feira, fevereiro 03, 2014
terça-feira, agosto 14, 2012
De olhos nos pequenos: grandes grifes apostam em nicho infantil
Com apenas três anos de idade, Juliet Sandler usa vestidos de US$ 650 e sapatos de US$ 400, da marca Lanvin. Sua mãe, Dara Sandler, explica que sua filha é um reflexo dela própria, embora ainda não saiba soletrar o nome dos estilistas e nem mesmo pagar pelas próprias roupas. “Eu visto minha filha exatamente da forma como eu me visto”, disse a mãe, que já gastou cerca de US$ 10 mil no guarda-roupa da pequena.
De acordo com artigo publicado no jornal britânico Daily Mail, as grandes grifes estão cada vez mais investindo neste nicho de mercado. Nesta temporada, Oscar de la Renta, Dolce & Gabbana e Marni lançaram coleções para este público. As luxuosas lojas Nordstrom e Bergdorf Goodman também estão expandindo suas áreas infantis. No ano passado, a Gucci, que inaugurou sua coleção infantil há dois anos, abriu sua primeira loja para crianças na 5ª Avenida, em Manhattan.
Algumas grifes se dizem preocupadas em manter suas peças apropriadas para crianças. Mas existem muitas versões em miniatura de looks para adultos, que chamam atenção pelo estilo sofisticado. Os lares americanos esperam gastar cerca de US$ 688 equipando suas crianças para irem para a escola , de acordo com a Federação Nacional de Varejo, incluindo materiais como cadernos e lápis. Enquanto isso, algumas famílias devem gastar cerca de US$ 795 em apenas uma mochila da Gucci.
Sasha Charnin Morriso, diretora de moda da revista US Weekly, concorda que muitas peças infantis são vendidas a preços exorbitantes, mas admite que coisas como um tênis de US$ 200 fazem seus filhos mais felizes. “Eles refletem o que você é, então se você é alguém estiloso, tem que se certificar que seus filhos são os mais bem vestidos”. Por outro lado, críticos acreditam que essa tendência promove o elitismo. “Isso cria a cultura da inveja”, diz Dr. Alan Hilfer, diretor de psicologia da Maimonides Medical Center, de Nova York.
Especialistas observam também que o fenômeno que começou em Manhattan e Beverly Hills agora também ocorre em outras cidades, como Boston e Chicago. O luxo infantil movimenta somente 3% em um mercado de US$ 34 milhões, mas está crescendo mais rápido do que outros setores de roupas infantis, de acordo com a empresa de pesquisas NPD Group.
Muitas marcas que entraram só agora no segmento são mais caras do que outras que já atendem a este público há mais tempo, como a Ralph Lauren, que tem camisetas de algodão para meninos por US$ 59, enquanto a Dolce & Gabbana oferece o item por US$ 190.
Colleen Sherin, diretor de moda na Saks da 5ª Avenida, acredita que tanto os pais quanto avós estão à procura de peças únicas e especiais. “Eles simplesmente não olham para os básicos”. A moradora de Manhattan Kelly Mallon, 39, disse que se orgulha pelo fato de que a filha, de 9 anos, já desenvolveu sua própria sensibilidade para a moda. “Eu adoro ver milha filha bem vestida. Isso me faz feliz”, observou.
Uma grande tendência são as lojas exclusivas para os pequenos. Seguindo os passos da Gucci, a marca italiana Giorgio Armani abrirá neste outono sua primeira loja infantil americana, em Upper East Side, também em Manhattan. O estabelecimento terá itens que vão de US$ 50 a US$ 500, conforme indica um porta-voz da marca.
Fotos: Dolce & Gabbana / Divulgação
Fonte: TERRA
segunda-feira, julho 02, 2012
segunda-feira, março 05, 2012
Desfile da Lanvin celebra os dez anos de Alber Elbaz na grife
Clássicos do estilista foram reinventados no inverno 2012 da grife francesa. O preto é texturizado e os coloridos, minimalistas
“Peplum de todas as cores do arco-íris”, Twittavam os fashionistas que assistiam ao desfile da Lanvin, hoje à noite, em Paris. O uso de tantas cores vibrantes não é tão comum nas coleções da marca, mas a apresentação de hoje tinha clima de festa. No inverno 2012, Alber Elbaz comemorou dez anos à frente da grife, com direito a bolo, champagne e uma apresentação surpresa no final; quando cantou para os fashionistas. O tímido estilista mostrou, na passarela, algumas reedições de seus clássicos, como os volumes bem localizados, o preto texturizado, drapeados e acessórios de tirar o fôlego.
A imagem é de uma mulher sofisticada e valorizada pelas curvas das roupas. Os vestidos e blusas têm volumes nos quadris, que acentuam a cinturinha e tornam o visual mais feminino. Não é das propostas mais democráticas, mas deverá conquistar adeptas curiosas por esse tal de “peplum”; o volume extra que parte da cintura.
Tigres e onças enormes arrematam colares e cintos, brincando ainda com o brilho dos vestidos bordados minuciosamente. É uma coleção que começa minimalista, moldada em neoprene, passa pelos texturizados dos tricôs resinados – incríveis – e chega até as peças com pedras e pêlos. Os acessórios também valem uma olhada a mais; botinhas de salto finíssimo ou ‘botonas’ de salto grosso dividem espaço com sandálias de tiras grossas e bolsas que variam das clutches rígidas, em formato meia lua, às doctor bags maleáveis.
Veja os principais looks do inverno 2012 da Lanvin:
O celebrado estilista da Lanvin, Alber Ebaz
Por Ana Heloísa Costa
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