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terça-feira, outubro 16, 2012

Relógios: 30 sugestões para usar já!

Champion Yot, R$ 199 - www.championyot.com.br. 
 Euro, R$ 324 - www.estiloeuro.com.br.
 Reserva, R$ 999 - www.usereserva.com. 
 Soleus Running, R$ 199 - www.soleusrunning.com.br.
 Lambretta na Dona Coisa, R$ 399 - www.donacoisa.com.br.
 IWC , preço sob consulta - (11) 3152-6610. 
 Roxy, R$ 499 - www.roxybrasil.com.
 Citizen, R$ 690 - www.citizen.com.br.
 Chilli Beans, R$ 268 - www.chillibeans.com.br.
 Wollner, R$ 294 - www.wollner.com.br. 
 Lince, R$ 198 - www.relogioslince.com.br. 
 Converse Relógios, R$ 289 - (11) 3218-0719. 
Swatch, R$ 560 - www.swatch.com. 
 Burberry, R$ 6.899 - http://br.burberry.com.
 Erhos, R$ 195 - www.erhosrelogios.com.br. 
 Rip Curl, R$ 1.499,90 - www.br.ripcurl.com.
 Seculus, R$ 278 - www.seculus.com.br.
 Cartier, R$ 5.500 - www.cartier.com.br. 
 Ice-Watch, R$ 299 - http://ice-watch.com
 Lambretta na Dona Coisa, R$ 987 - www.donacoisa.com.br.
 Citizen, R$ 920 - www.citizen.com.br.
 Amsterdam Sauer, R$ 2.550 - www.amsterdamsauer.com. 
 TAG Heuer, preço sob consulta - www.tagheuer.com.
 Pandora, preço sob consulta - www.pandora.net/pt-br/. 
 Converse Relógios, R$ 324 - (11) 3218-0719. 
 Francesca Romana Diana, R$ 420 (cada) - www.francescaromanadiana.com. 
 Swarovski, R$ 2.725 - www.swarovski.com.
 Akium na Vivara, R$ 250 - www.vivara.com.br.
 Ice-Watch, R$ 799 - http://ice-watch.com.
Mondaine, R$ 104 - www.mondaine.com.br. 

Fotos: Divulgação

Por Eduardo Diório

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Modelo posa nua para mostrar joias

Filha de roqueiro, Daisy Lowe faz editorial para revista inglesa

 Atitude ela tem desde o berço. Filha dos cantores Pearl Lowe e Gavin Rossdale (casado hoje com Gwen Stefani), Daisy Lowe fez um ensaio de joias bem quente para revista inglesa Love. 

 Ela não usou nada além das peças de ouro e brilhantes e ficou nua para a publicação. Contra o vidro, com seios e curvas à mostra, ela apresenta os lançamentos de marcas luxuosas, como Cartier e Chanel. Pelo jeito, ela concorda com Marilyn Monroe, que dizia ter nos diamantes seus melhores amigos.

Daisy mostra seios fartos no ensaio sensual com aneis da Cartier (Foto: Reprodução)
 A Bulgari destaca no editorial brincos e anel de pedra (Foto: Reprodução)
 As pérolas não poderiam faltar na coleção da Chanel (Foto: Reprodução)
 Daisy mostra tudo pelo colar luxuoso da joalheria David Morris (Foto: Reprodução)

Por Ingrid Tavares 

terça-feira, janeiro 31, 2012

Look de Charlize Theron no Globo de Ouro custou mais de US$ 8 milhões

Entre joias vintage e vestido de alta-costura, o look usado pela atriz no evento foi avaliado em mais de R$ 14 milhões. Entenda a matemática do tapete vermelho 

 

A nova edição da New York Magazine conta quanto custa ser uma celebridade. Para fazer um raio-x das despesas de uma famosa como Angelina Jolie ou outra mais discreta, como Zooey Deschanel, a revista listou custos impensáveis para as “pessoas normais”. Quando o assunto foi o tapete vermelho, os repórteres da revista fizeram uma lista das peças usadas pela atriz Charlize Theron, no Globo de Ouro, que ocorreu em 15 de janeiro. Entre empréstimos, presentes das grifes e despesas pagas por marcas de cosméticos e pela produtora Paramount Pictures, o valor total do look passou dos US$ 8 milhões; cerca de R$ 14 milhões. Da conta bancária de Charlize Theron, cujo look foi um dos mais comentados da noite, não saiu um centavo. Veja os valores:  

 Foto: Getty Images

Charlize Theron e o look de US$ 8 milhões, entre vestido, bolsa, sandálias, joias, cabelo e maquiagem

 - Tiara Cartier dos anos 1920: cerca de US$ 2.500.000 (R$ 4.374.000). Emprestada pela grife.
- Brincos de ouro branco e diamantes, da Cartier: US$ 76.525 (R$ 133.873). Emprestados pela grife.
- Broche de 1951, da Cartier: US$ 1.500.000 (R$ 2.624.000). Emprestado pela grife.
- Anel de platina e diamantes, da Cartier: US$ 3.950.000 (R$ 6.910.000). Emprestado pela grife.
- Vestido de alta-costura da Christian Dior: US$ 30.000 (R$ 52.482). Emprestado pela grife.
- Clutch de alta-costura da Christian Dior: US$ 20.000 (R$ 34.988). Emprestada pela grife.
- Sapatos da primavera 2012 da Givenchy (ainda não lançados nas lojas): US$ 1.150 (R$ 2.012). Presente da grife à atriz.
- Maquiagem: US$ 251 em produtos e US$ 1.500 pelo maquiador Shane Paish. Pago pela Christian Dior (R$ 3.063, no total)
- Cabelo: US$ 79 em produtos e US$ 400 pelo hair stylist Angileri. Pago pela Paramount Pictures (R$ 838, no total).

Valor total: US$ 8.079.905 (R$14.133.000)

Fonte: IG MODA

quinta-feira, dezembro 22, 2011

Cartier lança vídeo para o natal 2011



A Cartier acaba de lançar seu vídeo para o Natal 2011. Uma pantera, um dos símbolos da marca, desvenda as joias e os relógios que a maison selecionou para a data. Algumas das peças exibidas no vídeo estão na butique Cartier em São Paulo: o colar Panthère, de uma das linhas mais famosas da Cartier; a Art Déco tinteiro, mais nova caneta da marca; o relógio Calibre, primeiro movimento mecânico de corda automática 100% desenvolvido pela Cartier; a eterna pulseira Trinity, em uma versão cravejada de diamantes; e um dos modelos do anel Love, com seu design que une casais desde a década de 1970. 

domingo, dezembro 19, 2010

Para tornar luxo "acessível", grifes ampliam parcelas e linhas "baratas"

Logo que a Tiffany foi fundada, em 1837, as peças eram tão exclusivas que tinham numeração. Quando uma joia perdida chegava às lojas da grife, um funcionário a identificava e a devolvia para a casa do dono, pelo correio.

O símbolo de exclusividade inspirou a linha "Return to Tiffany", que tem a peça mais "acessível" da grife, um pingente de prata cujo preço passa de duas centenas de reais. É o que a joalheria chama de luxo para todos.

O conceito de "luxo acessível" tem estimulado as manufaturas do segmento a ampliar promoções e parcelamentos e a desenvolver itens mais "baratos", geralmente pequenos acessórios, que servem de porta de entrada para novos consumidores.

"A ideia é que todos possam consumir um produto Tiffany. E o consumo é uma experiência singular. Por R$ 215, a pessoa recebe um pingente na caixa azul e abre o laço de fita Tiffany, que nunca dá nó", diz Sandro Fernandes, gerente-geral.

Há três meses, a Tiffany passou a parcelar as compras em até dez vezes. O limite, até então, era de três prestações.

O Brasil foi o primeiro país em que a joalheria permitiu dividir o pagamento. E hoje as duas lojas da marca em São Paulo são as únicas do mundo que parcelam as compras em até dez meses.

Editoria de Arte/Folhapress

A Salvatore Ferragamo também ampliou o prazo de pagamento. As prestações em dez meses só eram permitidas nos dias que antecediam datas especiais, mas neste fim de ano a marca resolveu estender a promoção.

Para conquistar novos clientes, a Ferragamo prepara o lançamento de uma linha de sapatos mais "em conta". "A gente se preocupa em atender esse cliente que quer vestir Ferragamo, mas procura preço um pouco melhor", diz Mariana Nashalla, diretora da marca no Brasil.

ATRAIR OS JOVENS

A diretora de Marketing da Cartier no Brasil, Véronique Claverie, destaca que a crise econômica mundial motivou a marca a relançar a linha "Les Must de Cartier", coleção com acessórios em couro, isqueiros e objetos coloridos. A linha havia sido criada na década de 1970 e, atualmente, é campeã de venda.

"Faz parte de uma estratégia global da Cartier atrair públicos novos, seja um público mais jovem ou um público que vai viver suas primeiras experiências com luxo", afirma a diretora.
No Brasil, uma das estratégias é ampliar a presença em cidades menores. A intenção é instalar quiosques em lojas de revenda pelo país.

As grifes brasileiras H. Stern e Ricardo Almeida também miram os jovens.

O estilista que faz os ternos de Lula lançou há poucas semanas uma linha de jeans "para atingir o jovem que gosta de ir para a balada". E a H.Stern reforçou os itens da linha MyCollection, que traz peças joviais, como um berloque em forma de caveira.

"Os jovens brasileiros não se preocupavam com design e com produtos exclusivos. Hoje eles têm essa preocupação", diz Christian Hallot, "embaixador" da H.Stern.

Segundo ele, a joalheria tem procurado se adaptar ao jeito de consumir dos jovens.

"Em vez de comprar uma joia de R$ 2.000, eles preferem quatro de R$ 500."

POR VERENA FORNETTI


terça-feira, novembro 23, 2010

Aprenda a reconhecer uma marca de luxo

Bolsas a R$ 9 mil, canetas a R$ 15 mil, relógios a R$ 20 mil, camisas polo a R$ 600... É caro? Em certas lojas, não. Lá, isso é "luxo". Essa é a faixa de preços praticada por empresas do setor, como Hermès, Montblanc e Cartier para compensar a pequena produção de suas mercadorias e criar uma aura de exclusividade. 


Mulheres mostram suas bolsas Chanel durante festa de aniversário em São Paulo

Marcas de luxo tendem a se concentrar em endereços "exclusivos", como a Bond Street em Londres, a Rodeo Drive em Los Angeles, a Madison Avenue em Nova York ou a Rue du Faubourg Saint-Honoré em Paris. Em São Paulo, diversos shoppings da cidade disputam com a rua Oscar Freire o posto de meca do luxo.
A maior parte das marcas consideradas de luxo está concentrada sob o "guarda-chuva" de grandes corporações, como LVMH (dona da Louis Vuitton, Fendi, Pucci, Moët & Chandon e outras), Richemont (dona da Cartier, Montblanc, Chloé, Dunhill e outras) e PPR (dona da Gucci, Yves Saint Laurent, Balenciaga, McQueen, Bottega Veneta e outras).
Ostentação
Valores como "exclusividade" e "status" acabam por definir comportamentos e hábitos que parecem às vezes desafiar a lógica da economia. Um deles é o do "consumo conspícuo", termo cunhado pelo economista americano Thorstein Veblen (1857-1929) para designar o consumo de determinado tipo de bens muito caros, puramente em nome do status.
Fonte: UOL ESTILO