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quarta-feira, fevereiro 20, 2013

Algumas curtidas famosas no nosso Instagram

A grife Comme des Garçons e a modelo Thairine Garcia
 A grife Nautica
 A cantora Janelle Monáe e a diretora criativa Rachele Cavalli
 O estilista Alexandre herchcovitch
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segunda-feira, junho 27, 2011

Semana de Moda de Paris propõe saias e flores para os homens no Verão 2012

Já não se fazem homens como antigamente. Ou melhor, talvez se estejam fazendo homens como muito, mas muito antigamente, quando saias e roupas confortáveis faziam parte do guarda-roupa masculino, principalmente em tempos de guerras e conquistas. Os desfiles primavera-verão 2012 de Paris, que aconteceram entre 21 e 26 deste mês confirmaram o que já vem sendo mostrado há algumas temporadas para o sexo dito forte. Modelagem larga, calças mais curtas, estampas de flores, cores vivas e até saias passaram pelas passarelas francesas.
Fala-se muito da androginia que reina as passarelas. É certo. Afinal, o mundo atual não está acostumado a ver pelas ruas e escritórios, roupas como as desfiladas por grifes famosas. Mas esquece-se que tais tipos de peças foram prerrogativas masculinas, há vários séculos. Foi no século 20, principalmente, que a rigidez e a falta de opção em termos de moda começaram a reservar aos homens apenas calça, camisa, colete e paletó.
Pois bem, os costumes continuam a aparecer, mas vêm de forma mais relaxada.
O conforto marcou as apresentações primavera-verão em Paris. As calças podem até aparecer ajustas ou como leggings, mas a modelagem ampla, nos quadris e nas pernas foram as mais vistas. A alfaiataria não ficou de lado, pelo contrário.
Seus fundamentos agora servem para conferir liberdade aos homens. Muitos costumes aparecem também com bermudas justas ou amplas, no lugar das calças. Nada impede, porém, que alguns apostem na silhueta justa totalmente.
O corte feminino para os homens surge em peças como saias compridas ou pelo joelho, túnicas e até blusas cavadas. Os paletós podem vir mais ajustados, criando um silhueta mais seca em cima e mais ampla embaixo. Mas também aparecem lembrando roupas de safári, utilitários e mais compridos, inspirados nas casacas ou peças com pegadas orientais e militares.
No quesito cores, os tons escuros não ficam de fora, como pretos e cinza, mas amarelos e azuis são fortes, ao lado de rosa (sim, rosa), coral e verdes. Terrosos, cáqui e branco completam a cartela de cores. Xadrezes aparecem nas estampas, assim como florais, alguns com perfumes tropicais (como vimos nos desfiles brasileios) e artsy (desenhos que lembram pinceladas de quadros). Nos pés, muitas sandálias abertas e, também confortáveis, até mesmo com calça e paletó de alfaiataria,que podem ter a barra viradinha.
Se alguns modelos têm cara de moleques, estudantes e imberbes, com lembranças nerd ou femininas, outros vieram barbados, cabelos compridos como guerreiros e até mais velhos, com formas pouco atléticas. Mas houve espaço também para os musculosos.
Foto: AP

Costume cinza da Louis Vuitton vem com a barra dobrada e é usado com chinelo
Foto: AP

O senhor oriental desfila para Yohji Yamamoto com calça larga e confortável, lembrando as de samurai
Foto: AP
Saia para homens foi uma das principais apostas das grifes, como Yohji Yamamoto, que levou modelos fora do padrão à passarela
Foto: Getty Images

Camisa justa e calça azul mais larga foi apresentada pela grife Vicktor&Rolf
Foto: Getty Images

Rick Owens mostra mais uma opção de saia masculina para o verão
Foto: Getty Images

Nas passarelas francesas, as saias foram figurinha fácil, como nesse conjunto branco proposto por Rick Owens
Foto: Getty Images

A grife Jean Paul Gaultier apresentou bermuda com plissado que dá movimento com blazer e camista por dentro
Foto: Getty Images

Xadrez foi uma das apostas de estampa para o verão da grife Jean Paul Gaultier
Foto: Getty Images

O amarelo é uma das principais cores propostas pelos estilistas em Paris, como nesta calça do brasileiro Gustavo Lins usada com paletó branco, tipo casaca
Foto: Getty Images

Elementos masculinos, como saia, meia estampa e a cor rosa, se juntam na roupa da grife Comme des Garçons, que traz casaco de tom sóbrio por cima
Foto: Getty Images

Saia preta usada com blazer mais ajustado, da Comme des Garçons, de Rei Kawakubo
Foto: Getty Images

A grife John Galliano, cujo estilista titular foi substituído por Bill Gaytten, trouxe para os homens um universo anos 60, com estampas artsy, casacas e calças de corte de alfaiataria. O interessante é que alguns modelos lembravam o próprio Galliano. Como este da foto
Foto: Getty Images

Estampas florais são fortes para o verão masculino, como esta proposta pela grife Kenzo
Foto: Getty Images

O blazer de alfaiataria de seis botões faz par com a bermuda. Para quebrar o tom sóbrio, Kenzo propõe camisa e meia rosa
Foto: Getty Images

O azul, como neste conjunto de calça confortável, da Maison Martin Margiela, é um dos principais tons da temporada masculina
Foto: Getty Images

Calça larga imprime conforto ao homem que recebe paletó mais ajustado: da Hermès
Foto: Getty Images

Blusa sem mangas reta tem corte nitidamente feminino e é usado com calça de alfaiatria: Raf Simons
Foto: Getty Images

Terno azul-claro com calça mais curta é uma das apostas da Lanvin
Foto: Getty Images

Túnica de couro preta faz par com calça de punho no calcanhar e sandália: Lanvin
Foto: Getty Images

Calça larga em tom cáqui da Roland Mouret: conforto está entre as tendências para a moda masculina
Foto: Getty Images

Bermuda justa é usada com blazer tipo safári e bolsos utilitários, da grife Rouland Mouret
por ROSÂNGELA ESPINOSSI

quarta-feira, março 23, 2011

Grifes por menos


O conceito de democratização da moda conquista e invade as redes de fast fashion de todo o mundo

O fenômeno midiático que envolve redes de fast fashion - como H&M, C&A e Topshop - e parcerias de peso, que enlouquecem os fashionistas amantes da moda, começou em 2004 quando Karl Lagerfeld assinou uma coleção acessível para a gigante sueca H&M. As redes de fast fashion sabem direitinho como causar frisson e desejo incontrolável nos fashionistas. De acordo com o que foi divulgado à imprensa na época, 90% do estoque disponível da coleção evaporou das prateleiras em menos de duas horas.
Na sequência, Viktor and Rolf, Roberto Cavalli, Stella McCartney, Madonna, Comme des Garçons, Matthew Williamson, Jimmy Choo, Sonia Rykiel e Lanvin by Alber Elbaz atacaram como designers convidados, criando coleções acessíveis para a H&M. Na época da coleção de Viktor and Rolf e Matthew Williamson, era possível encontrar peças dias após o lançamento, sem fashionistas histéricas, filas homéricas e senhas de acesso. Já para o lançamento a linha de Sonia Rykiel, a H&M preparou um desfile suntuoso e encantador no Grand Palais (onde acontecem as principais apresentações da Chanel) com direito a convidados famosos e tops de peso. Para a coleção da Lanvin by Alber Elbaz, a rede sueca instigou os fashionistas com vídeos na internet meses antes do lançamento, organizou desfile em Nova York com plateia de peso e Anna Dello Russo, Pixie Geldof e Dree Hemingway na passarela. O resultado? Fashionistas que madrugaram em frente às lojas, formando filas gigantes na véspera do lançamento e aumento de 17% no faturamento mensal da rede.
Mas a democratização da moda vai além das parcerias poderosas da H&M. Durante três anos, a Topshop lançou 14 coleções assinadas pela top Kate Moss. A Uniqlo também tem sua parcela de (boa) culpa: a hypada estilista alemã Jil Sander lançou quatro coleções com preços acessíveis e design impecável em parceria com a fast fashion japonesa. Com menos publicidade e divulgação, por lá as comprinhas de grife pagando menos são bem mais tranquilas. Em 2009, Stella McCartney associou-se à GAP para criar peças infantis com preços acessíveis. E a partir desta quarta-feira (23) as brasileiras vão poder comprar as peças feitas por ela para 38 lojas da C&A no País.
No Brasil, tudo começou em 2001, quando Fause Haten desenvolveu uma linha para a Riachuelo. Em 2009, o estilista Reinaldo Lourenço lançou uma coleção em parceria com a C&A. Ao final do mesmo ano, Isabella Capeto desenvolveu uma coleção infantil para a C&A. De lá pra cá, Maria Bonita Extra, Amir Slama, Gloria Coelho e Alexandre Herchcovitch incentivaram a moda grifada pagando menos na C&A, Oskar Metsavaht, da Osklen, Marcelo Sommer e Cris Barros na Riachuelo… É parceria que não acaba mais. A democratização está mais forte do que nunca e parece ter muito fôlego para continuar. Os fashionistas agradecem!
O estilista Karl Lagerfeld participou até das campanhas da coleção para a H&M
Coleção de primavera-verão 2011 de Jil Sander para Uniqlo
As propagandas da Uniqlo abusam das tops brasileiras
Sonia Rykiel para H&M Fashion Show no Grand Palais, em Paris
Coleção de lingeries de Sonia Rykiel para a fast fashion H&M
Coleção especial da grife Jimmy Choo para H&M

Matthew Williamson para H&M
Kate Moss para a TopShop 2011
Campanha publicitária da coleção da Lanvin by Alber Elbaz para H&M
Anna Dello Russo, da Vogue Japão, desfilou na passarela da H&M com um vestido rosa desenhado por Alber Elbaz
Coleção infantil de Stella McCartney para GAP
A coleção da Comme des Garçons para H&M veio repleta de modelos assimétricos e estampas de bolinhas

Fotos: Reprodução

Por Alline Cury

sábado, março 05, 2011

Paris Fashion Week Inverno 2012 - dia 5

Junya Watanabe, Viktor & Rolf, Cacharel, Comme des Garçons e Jean Paul Gaultier são destaques do sábado (05). Confira

Foto: AFP
Sonia Rykiel
Foto: AFP
Sonia Rykiel
Foto: AFP
Véronique Leroy 
Foto: AFP
Véronique Leroy
Foto: AFP
Cacharel 
Foto: AFP
Cacharel 
Foto: AFP
Viktor & Rolf
Foto: AFP
Viktor & Rolf 
Foto: AFP
Viktor & Rolf 
Foto: AFP
Viktor & Rolf
Foto: Getty Images
Junya Watanabe
Foto: Getty Images
Junya Watanabe
Foto: AFP
Jean Paul Gaultier 
Foto: AFP
Jean Paul Gaultier
Foto: AFP
Jean Paul Gaultier
Foto: AFP
Jean Paul Gaultier 

Fonte: IG MODA