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domingo, dezembro 18, 2011

Anna Dello Russo dita dez regras de etiqueta para as festas de fim de ano

Editora da Vogue Japão aponta os looks que devem ser evitados os acessórios mais importantes na época festiva

Foto: Getty Images

Dona de um estilo excêntrico, Anna Dello Russo adora criar listas nas quais dá dicas específicas para um evento ou temporada. Ela já ensinou os leitores de seu blog a arrumar a mala para um feriado, a como se comportar na praia e, ainda, a como agir no casamento real de Kate Middleton e o Príncipe William.

Desta vez, a editora da Vogue japonesa deu dicas para passear pelas festas de final de ano com o máximo de estilo. “Jamais escolha roupas verdes ou vermelhas. Você ficará parecendo com um pinheiro de Natal”, apontou, no topo da lista. Veja todos os conselhos de Anna Dello Russo: 

1. Jamais escolha roupas verdes ou vermelhas. Você ficará parecendo com um pinheiro de Natal
2. Esqueça os casacos (mesmo que já fora faça cinco graus). Você deve criar um grande impacto apenas com o seu vestido. 
3. Use dourado. Você vai parecer um presente de Natal que precisa ser aberto. 
4. Vá ao cabeleireiro, à esteticista, manicure e pedicure. Não tema estar super pronta!
5. Escolha entre chapéu e maquiagem. Se usar um chapéu, vá com a cara limpa, ou acabará se parecendo com um travesti. 
6. Use muitas joias. O barulho delas espanta pensamentos ruins e fantasmas. 
7. Foco nos sapatos. Geralmente emu ma festa natalina você gasta um bom tempo sentada no sofá. 
8. Os sapatos têm que carregar toda esta atmosfera mágica: escolha brilhosos, excêntricos, metálicos, preciosos, brocados, extravagantes, coloridos, magníficos e encantadores pares de sapatos. 
9. Não se preocupe com a bolsa. Ela será imediatamente esquecida sobre alguma cadeira. 
10. Não se jogue no bufê. Não exagere nos drinks; isto não é educado. 

Por Ana Heloísa Costa

domingo, junho 13, 2010

Etiqueta: se assistir ao jogo no trabalho, não xingue o juiz

Antes de rolar a bola entre Brasil e Coreia, que tal umas dicas de como se comportar durante o jogo, ainda mais quando ele for bem na hora do trabalho?


Entram em campo os consultores do Fantástico - Glória Kalil e Max Gehringer!

“Tem gente que imagina que em época de Copa liberou geral, vale qualquer coisa, em casa ou na empresa. E existem pessoas que acham que nem devia ter Copa”, comenta Max Gehringer.

“É um momento em que as pessoas estão realmente ligadas neste assunto e as dúvidas aparecem”, afirma Glória Kalil.

“Tenho um amigo pé frio. Toda vez que ele assiste ao jogo comigo, meu time perde. Agora, ele quer assistir o jogo da copa. O que faço?”, pergunta Paulo Eduardo

Glória Kalil: “Claro que não pode deixar este amigo assistir porque nós não podemos perder por causa disso. Acho que a melhor solução seria ele dizer para o cara: ‘olha, eu tenho uma turma que se reúne há várias copas, com a mesma roupa, a mesma cueca, com a mesma camisa’. É uma turma fechada, eu não posso levar alguém de fora porque eles são muito supersticiosos. Você vai entender, né? Nós não vamos arriscar o país a perder por causa disso”.

Max Gehringer: Patriotismo antes!

“Minha esposa quer chamar a família inteira para assistir ao jogo em casa e eu gosto de silêncio. O que devo fazer?” - Sérgio Vieira - Médico.

Max: É muito comum no Brasil essas reuniões de família no momento da Copa. A família vai, faz o que tem que fazer, conversa, mas não em frente à televisão, deixa eu assistir.

Glória: E tem gente que de fato faz um ritual. Quer silêncio, a cadeira tem que estar numa determinada posição, nada pode acontecer. Se ele é o grande torcedor, a prioridade naquele dia é dele.

A regra é clara: dentro de casa, o juiz é você. Mas se a partida for durante o expediente.

Max: A empresa não desaparece do mapa porque tem um jogo de Copa Mundo. Continua sendo a empresa.

Será que é fácil seguir esse conselho?

Galera, vamos lá assistir o jogo!

Funcionários liberados, todos pra frente do telão! África do sul encara México.

Olha que nem é o Brasil em campo.

Max: Em empresa, não é uma boa idéia falar palavrão, em empresa não é uma boa idéia xingar juiz.

Glória: Evite fazer determinadas coisas perto de pessoas que podem te mandar embora algum dia por alguma razão.

Max: Se o chefe fala palavrão, isso não dá ao subordinado o direito de falar um palavrão igual.

Glória: O subordinado não pode mandar o chefe embora!

Max: Isso, e o chefe vai sempre lembrar do palavrão do subordinado e esquecer do dele!

Intervalo de jogo! Aqui, a empresa organizou os comes e bebes. E o bolão? Tá a cargo de quem?

Agora é gol! A galera comemora e o chefe - esse aí, de terno e gravata - também!

Glória, Max, e se o clima não tiver tão descontraído assim?

“Sair abraçando todo mundo, pessoas que ele não abraça normalmente na hora do expediente...”, comenta Max.

Glória: O chefe que está do lado...

Max: Beija a careca do chefe. Na falta de uma dica melhor, já que nós não conhecemos todo mundo e todos os chefes, vibre pra você mesmo. Não envolva outras pessoas diretamente.

Glória: Levanta, mas não beije a careca do chefe.

Cristal Domingos, assistente comercial.

E uma última dica pra não levar cartão vermelho.

Max: Eu não gosto de futebol, eu posso aproveitar essas duas horas e sair, ir na rua, ir no shopping? Não! A empresa liberou para assistir à Copa do Mundo. 

fonte: Fantástico