domingo, junho 13, 2010

Etiqueta: se assistir ao jogo no trabalho, não xingue o juiz

Antes de rolar a bola entre Brasil e Coreia, que tal umas dicas de como se comportar durante o jogo, ainda mais quando ele for bem na hora do trabalho?


Entram em campo os consultores do Fantástico - Glória Kalil e Max Gehringer!

“Tem gente que imagina que em época de Copa liberou geral, vale qualquer coisa, em casa ou na empresa. E existem pessoas que acham que nem devia ter Copa”, comenta Max Gehringer.

“É um momento em que as pessoas estão realmente ligadas neste assunto e as dúvidas aparecem”, afirma Glória Kalil.

“Tenho um amigo pé frio. Toda vez que ele assiste ao jogo comigo, meu time perde. Agora, ele quer assistir o jogo da copa. O que faço?”, pergunta Paulo Eduardo

Glória Kalil: “Claro que não pode deixar este amigo assistir porque nós não podemos perder por causa disso. Acho que a melhor solução seria ele dizer para o cara: ‘olha, eu tenho uma turma que se reúne há várias copas, com a mesma roupa, a mesma cueca, com a mesma camisa’. É uma turma fechada, eu não posso levar alguém de fora porque eles são muito supersticiosos. Você vai entender, né? Nós não vamos arriscar o país a perder por causa disso”.

Max Gehringer: Patriotismo antes!

“Minha esposa quer chamar a família inteira para assistir ao jogo em casa e eu gosto de silêncio. O que devo fazer?” - Sérgio Vieira - Médico.

Max: É muito comum no Brasil essas reuniões de família no momento da Copa. A família vai, faz o que tem que fazer, conversa, mas não em frente à televisão, deixa eu assistir.

Glória: E tem gente que de fato faz um ritual. Quer silêncio, a cadeira tem que estar numa determinada posição, nada pode acontecer. Se ele é o grande torcedor, a prioridade naquele dia é dele.

A regra é clara: dentro de casa, o juiz é você. Mas se a partida for durante o expediente.

Max: A empresa não desaparece do mapa porque tem um jogo de Copa Mundo. Continua sendo a empresa.

Será que é fácil seguir esse conselho?

Galera, vamos lá assistir o jogo!

Funcionários liberados, todos pra frente do telão! África do sul encara México.

Olha que nem é o Brasil em campo.

Max: Em empresa, não é uma boa idéia falar palavrão, em empresa não é uma boa idéia xingar juiz.

Glória: Evite fazer determinadas coisas perto de pessoas que podem te mandar embora algum dia por alguma razão.

Max: Se o chefe fala palavrão, isso não dá ao subordinado o direito de falar um palavrão igual.

Glória: O subordinado não pode mandar o chefe embora!

Max: Isso, e o chefe vai sempre lembrar do palavrão do subordinado e esquecer do dele!

Intervalo de jogo! Aqui, a empresa organizou os comes e bebes. E o bolão? Tá a cargo de quem?

Agora é gol! A galera comemora e o chefe - esse aí, de terno e gravata - também!

Glória, Max, e se o clima não tiver tão descontraído assim?

“Sair abraçando todo mundo, pessoas que ele não abraça normalmente na hora do expediente...”, comenta Max.

Glória: O chefe que está do lado...

Max: Beija a careca do chefe. Na falta de uma dica melhor, já que nós não conhecemos todo mundo e todos os chefes, vibre pra você mesmo. Não envolva outras pessoas diretamente.

Glória: Levanta, mas não beije a careca do chefe.

Cristal Domingos, assistente comercial.

E uma última dica pra não levar cartão vermelho.

Max: Eu não gosto de futebol, eu posso aproveitar essas duas horas e sair, ir na rua, ir no shopping? Não! A empresa liberou para assistir à Copa do Mundo. 

fonte: Fantástico


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