Alegria da marca que vestiu grandes divas continua colorindo o imaginário de mulheres despretensiosamente elegantes
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A estamparia geométrica de Pucci é objeto de desejo há mais de seis décadas
O mundo da moda tomou conhecimento de Emilio Pucci em 1947. Uma foto de uma criação sua, uma roupa de esqui que fez para uma amiga saiu nas páginas da prestigiada revista Harper’s Bazaar.
Pucci causou frisson na época do pós-guerra, com o mundo sedento da alegria que as estampas coloridas e modelagem solta em tecidos leves que as roupas do designer sugeriam. Em muito pouco tempo, Pucci abriu butiques na Itália e instalou sua empresa no palácio da família: era um descolado falando para descolados.
Seus projetos não se limitavam apenas às roupas. Também desenvolveu objetos de decoração e até mesmo um iate, tendo sempre nas estampas geométricas a marca de seu estilo.
Entre suas clientes listavam nomes como Jackie Kennedy e Sophia Loren. Isto sem dizer Marilyn Monroe, que foi enterrada usando um clássico Pucci verde.
Em 1990 a filha de Emilio, Laudomia, ficou a frente da marca. Em 2000, o poderoso grupo LVMH comprou ações da empresa e ajudou a expandi-la, abrindo mais de 50 lojas em todo o mundo, além de uma loja virtual.
O diretor criativo da marca desde 2008 é Peter Dundas, que continua o legado de Pucci com as estampas e modelagens tão características da marca.
A última novidade faz a alegria dos brasileiros. Acaba de ser inaugurada a primeira loja própria da Pucci no Brasil, no shopping Cidade Jardim.
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Emilio Pucci, um aristocrata nascido em Florença, vestia suas clientes no palácio da família
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Em 1950 Pucci abriu uma butique em Capri e sua moda começa a refletir o espírito mediterrâneo
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É do designer norueguês Peter Dundas a responsabilidade de manter a tradição Pucci atualmente
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Look da coleção de verão 2011, com inspiração setentista
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O estilo BoHo foi marcado por Peter Dundas com a mistura de tecidos leves com acessórios em couro bruto
Por Elisa Stecca






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