Depois das saias tulipas, evasê, bandage e longas, outro modelo está por vir, conforme a cartilha das semanas de moda que estão rolando no Hemisfério Norte. Confirmando a pegada 70’s do verão 2011, as saias de comprimento médio (mídi) prometem conquistar as moças, fazendo contraponto aos microcomprimentos. Sucesso nos anos 70 justamente por ser uma alternativa às famosas mínis, a saia logo abaixo dos joelhos pode ser charmosa e elegante. Estilistas como Diane Von Furstenberg , Chadwick Bell e Jill Stuart apostaram no comprimento. Só atenção! Elas não são nada fáceis de usar.
As saias médias tendem a achatar a silhueta. Portanto, é preciso muito cuidado na hora de compor o visual.
A composição de Diane Von Furstenberg, por exemplo, é perigosa pela mescla vibrante de cores, só indicada para mulheres longilíneas. Essas podem investir em tons contrastantes e também em modelagens opostas, como acontece no look ao lado, com blusa ao estilo bata, soltinha, e saia de corte seco, juntinha ao corpo.
O modelo de Jill Stuart também pede cintura e quadris esguios. Para mulheres mais cheinhas, o caminho é coordenar este estilo de peça a blusas, camisas, camisetas mais sequinhas e de pouco detalhes. Ah! Salto alto sempre. Ele é parceiro na hora de alongar o visual.
Média, mas um pouquinho acima do joelho, a saia de Chadwick Bell compõem um look perfeito para disfarçar volumes indesejados. Por quê? Anote aí: cores assemelhadas alongam, tecidos encorpados disfarçam gordurinhas, assim como os cortes secos.
Para quem tem uns quilinhos a mais ou apenas quadril largo, a saída são as saias em A e cores escuras. O volume controlado do tecido e o corte afastado do corpo disfarçam as formas. O modelo Preen by Thornton Bregazzi é um bom exemplo. Mas cuidado com a cintura alta, ela pode achatar ainda mais o corpo além de marcar pneuzinhos.
Por Karol Denardin





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