O blazer é o grande curinga do guarda-roupa masculino, uma ferramenta múltipla para todas as horas. Blazer vai com camisa polo, jeans ou social, calça jeans, de veludo, social. Com gravata, sem gravata... Segura quase todas as situações.
Em geral, um preto ou marinho resolve a vida de um homem; são cores neutras, mais fáceis de combinar e aguentam perfeitamente uma gravata, se for o caso. O melhor tecido aqui é a casimira, "trama ideal para a alfaiataria masculina que pode misturar fios como lã, poliéster, seda, linho e algodão", como definiãoAbrão Adib Dib, dono da tradicional Firenze Tecidos.
Se você mora em um lugar mais quente e gosta de blazer de cor clara, cáqui é uma boa opção - mas somente para situações menos formais. O tecido ideal é a gabardine, o brim ou até mesmo o linho. Para o inverno, aposte em uma versão de lã, veludo ou tweed.
Um blazer de qualidade é uma peça que dura, no mínimo, dez anos, e está acima das flutuações da moda. A quantidade de botões pode variar: optar por dois é mais sofisticado; o modelo de três é o mais tradicional, fica bem para todo mundo. Detalhe: o último deve sempre ficar aberto.
E fique atento: o blazer aqui não é o mesmo paletó do seu terno. O primeiro tem vida própria, é independente e, geralmente, mais esportivo. Já o paletó do conjunto do costume pode até "quebrar o galho" de vez em quando, mas cuidado com o desgaste que a peça vai sofrer naturalmente porque, na hora em que você quiser recompor o terno, as duas peças juntas denunciarão o uso separado.
Se você mora em um lugar mais quente e gosta de blazer de cor clara, cáqui é uma boa opção - mas somente para situações menos formais. O tecido ideal é a gabardine, o brim ou até mesmo o linho. Para o inverno, aposte em uma versão de lã, veludo ou tweed.
Um blazer de qualidade é uma peça que dura, no mínimo, dez anos, e está acima das flutuações da moda. A quantidade de botões pode variar: optar por dois é mais sofisticado; o modelo de três é o mais tradicional, fica bem para todo mundo. Detalhe: o último deve sempre ficar aberto.
E fique atento: o blazer aqui não é o mesmo paletó do seu terno. O primeiro tem vida própria, é independente e, geralmente, mais esportivo. Já o paletó do conjunto do costume pode até "quebrar o galho" de vez em quando, mas cuidado com o desgaste que a peça vai sofrer naturalmente porque, na hora em que você quiser recompor o terno, as duas peças juntas denunciarão o uso separado.
Blazer preto Paul Smith (verão 2011) pode tanto estar num look despojado como este, como em situações formais. Basta trocar as outras peças
Como nesse look de Ricardo Almeida (inverno 2010) que é mais adequado para um evento formal
Aqui, o clássico azul marinho também no desfile de Ricardo Almeida. Um blazer de cor neutra é mais fácil de combinar
Blazer mais claro, bom para dias mais quentes e situações mais informais
Esta combinação do desfile Z Zegna (verão 2011) também é adequada para eventos menos clássicos. Repare no detalhe, o blazer tem apenas dois botões e só o primeiro está abotoado
por Gloria Kalil





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